Integrantes do LAGESA obtêm primeiro e terceiro lugar no V Prêmio do Serviço Florestal Brasileiro em Estudos de Economia e Mercado Florestal

Fonte: https://www.flickr.com/photos/florestal/

O V Prêmio do Serviço Florestal Brasileiro em Estudos de Economia e Mercado Florestal tem a  finalidade de  estimular estudos no tema, focando a produção sustentável no Brasil, os seus desafios e as perspectivas socioeconômicas e ambientais, e de  criar  um portfólio de estudos que contribuam para o avanço da capacidade do Serviço Florestal  Brasileiro (SFB).

O resultado desta edição foi divulgado no site da Escola de Administração Fazendária do Ministério da Fazenda e pode ser acessado através do link: http://www.esaf.fazenda.gov.br/assuntos/pesquisas-e-premios/premios/v-premio-sfb/v-premio-sfb.

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Pesquisadora do LAGESA tem foto finalista em concurso – participe da votação!

O Concurso de Fotografia da 3ª Edição do Asia Pacific Rainforest Summit, que acontece em abril 2018 na Indonésia, conta com uma foto finalista da pesquisadora do LAGESA, Luciana Duarte.

Para vencer o concurso, é necessário o voto do público, em apenas 2 cliques no link: https://www.cifor.org/asia-pacific-rainforest-summit-2018/photo-competition/entry/32/

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“A matemática particular do agropop” por Raoni Rajão e Carlos Rittl

Em artigo recente no jornal Valor Econômico, Maurício Nogueira apresentou uma série de afirmações extraordinárias sobre uso da terra e agropecuária no Brasil. Aprendemos, por exemplo, que o país está ganhando floresta, e em enorme escala: entre 1990 e 2016, teríamos desmatado 38 milhões de hectares, mas, para cada hectare desmatado, 1,3 estaria recuperado ou em recuperação. Ou seja, o Brasil supostamente ganhou quase 50 milhões de hectares de vegetação em 26 anos.

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Oficina calculo do Código Florestal

Oficina Técnica: Aspectos científicos e jurídicos das estimativas de balanço do Código Florestal

Sala de seminário 1012, Escola de Engenharia da UFMG, Universidade Federal de Minas Gerais – Av. Pres. Antônio Carlos, 6627 – Pampulha, Belo Horizonte

Organização:

Prof. Raoni Rajão – UFMG
Prof. Britaldo Soares-Filho  – UFMG

Programação:

Quinta-feira, 15/03/2018

10:00 – 11:00      Abertura e apresentação dos objetivos da oficina
Representantes da UFMG e LAGESA

11:00 – 12:30    Mapeamento da cobertura da terra na Mata Atlântica
Camila Rezende – FBDS
Rafael Fernandes –  SOS Mata Atlântica
Tasso Azevedo – MapBiomas

12:00 – 13:30    Almoço

13:30 – 15:45   Mapeamento da cobertura e uso da terra no Cerrado
Ane Alencar – IPAM/MapBiomas
Camila Rezende – FBDS
Alessandro Ribeiro Campos – FEAM-MG
Nilson Clementino Ferreira – LAPIG/UFG

15:45 – 16:00   Coffee break

16:00 – 17:30   Mapeamento da cobertura e uso da terra na Amazônia
Claudio Almeida – INPE
Roberta Cantinho  –  MCTIC
Antonio Couto Junior   –  UFLA

17:30 – 18:00   Discussão sobre sensoriamento remoto e encerramento

Sexta-feira, 16/03/2018

9:30 – 11:00      Aspéctos jurídicos e ecológicos do calculo do Código Florestal
Carlos Varela  –  Ministério Público Estadual
Roberta del Giudice  –  Observatório do Código Florestal
Mariana Megale – IEF/MG
Pedro de Almeida Salles – SFB
Carlos Scaramuzza  – UFMG

11:00 – 11:15   Coffee break

11:15 – 13:00    Calculo de balanço do Código Florestal: metodologia
Vivian Ribeiro – IPAM
Britaldo Soares-Filho – CSR/UFMG
Vinícius Guidotti de Faria –  IMAFLORA
Samuel Campos – UFLA
Pedro de Almeida Salles – SFB

13:00 – 14:00    Almoço

14:00 – 15:45  Calculo de balanço do Código Florestal: APP, RL e CRA
Vivian Ribeiro – IPAM
Samuel Campos –  UFLA
Gerd Sparovek – ESALQ/USP
Britaldo Soares-Filho – CSR/UFMG

15:45 – 16:00   Coffee break

16:00 – 16:30    Infraestrutura de dados espaciais: conceitos chave
Clodoveu Davis  – UFMG

16:30 – 18:00    Discussão final e encerramento

Apoio:

Observatório do Código Florestal
The Norwegian Agency for Development Cooperation

 

 

 

 

 

 

 

Organização:

 

 

 

 

 

Laboratório de Gestão de Serviços Ambientais (LAGESA)
Universidade Federal de Minas Gerais

Prof. Raoni Rajão e Carlos Rittl para Valor Econômico: Agro é tudo. Mas nem tudo é pop

Agro é tudo. Mas nem tudo é pop
Por Raoni Rajão e Carlos Rittl
Luis Ushirobira/Valor

O agronegócio brasileiro é uma potência. O país é o quarto maior produtor mundial de alimentos. Colheu uma safra de 242 milhões de toneladas no ano passado, o que ajudou a manter superávit comercial no ano em que o país saía de uma das piores recessões de sua história. Direta e indiretamente, o agro responde por quase um quarto do PIB do país.

Além de tudo, graças ao uso intensivo de tecnologia, obteve ganhos de produtividade e evitou maior desmatamento – de 1991 a 2017, a produção de grãos e oleaginosas subiu 312%, mas a área plantada cresceu apenas 61%.

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Prof. Rajão apresenta pesquisa na Universidade Humboldt em Berlin

A Universidade Humboldt de Berlin convidou o Prof. Raoni Rajão, coordenador do LAGESA/UFMG, para participar de uma banca de doutorado e apresentar sua pesquisa. A Universidade Humboldt é uma das mais tradicionais do continente europeu, tendo entre seus alunos e professores Albert Eistein, Karl Marx, além do próprio Alexander von Humboldt fundador da geografia e do modelo da universidade moderna que combina ensino e pesquisa.

No dia 19 de dezembro, Letícia Lima defendeu com sucesso uma tese de doutorado sobre pagamento de serviços ecossistêmicos sob a orientação do Prof. Tobias Krueger. Letícia realizou o mestrado e atuou com professora substituta na UFMG, e atualmente realiza estágio pós-doutoral nos EUA.

No dia seguinte o Prof. Rajão apresentou um artigo com o título “Fighting for the future: competing land-use models in the history of protected areas in the Amazon”. Ambas atividades foram realizadas no âmbito do IRI THESys (Integrative Research Institute on Transformations of Human-Environment Systems), um centro de pesquisa interdisciplinar voltado para o estudo das relações entre a sociedade e o meio ambiente.

 

MCTIC apresenta relatório final do projeto “Opções de Mitigação” que contou com participação do LAGESA

Foram lançados ontem, dia 24 de janeiro de 2018 em Brasília, os relatórios finais do projeto Opções de Mitigações de Gases de Efeito Estufa em Setores-Chave no Brasil. O Projeto “Opções de Mitigação de Emissões de Gases de Efeito Estufa em Setores-Chave do Brasil” é uma iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), que conta com recursos do Global Environment Facility (GEF) e parceria com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), com a finalidade de auxiliar a tomada de decisão sobre ações que potencialmente reduzam emissões de gases de efeito estufa (GEE) nos diferentes setores da economia brasileira.

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